quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

CARDÁPIO


Características do Gênero Textual Cardápio
 

O gênero Textual Cardápio é de Cunho informativo, tendo como objetivo orientar e informar as pessoas sobre os pratos/produtos oferecidos no estabelecimento.
Seu tipo textual é descritivo, onde descreve os pratos e os ingredientes do prato em questão.
Esse gênero textual serve para informar as pessoas(clientes) sobre os tipos de alimentos servidos no local em questão. Os cardápios podem variar de acordo com o local, e podem ser utilizados em restaurantes, bares e lanchonetes, e locais similares.
Geralmente a estrutura de um cardápio é organizada de maneira que o produto seja seguido de seu preço, sendo estruturados um abaixo do outro, sendo separados por categorias.
As principais características contidas em um cardápio são:
* O nome da empresa
* Categorias( entrada, sopas, bebidas, sobremesas)
*O tipo do prato( pode vir especificando os alimentos contidos, ou não)
*O valor do prato
 
Créditos:http://conexaoeducandoeaprendendo.blogspot.com/2010/11/cardapio.html

ARTIGO DE OPINIÃO

O artigo de opinião, como o próprio nome já diz, é um texto em que o autor expõe seu posicionamento diante de algum tema atual e de interesse de muitos. É um texto dissertativo que apresenta argumentos sobre o assunto abordado, portanto, o escritor além de expor seu ponto de vista, deve sustentá-lo através de informações coerentes e admissíveis. Logo, as idéias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, o mesmo deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados, além de assinar o texto no final É muito comum artigos de opinião em jornais e revistas. a intenção é atingir todo tipo de leitor. Uma característica muito peculiar deste tipo de gênero textual é a persuasão, que consiste na tentativa do emissor de convencer o destinatário, neste caso, o leitor, a adotar a opinião apresentada. Por este motivo, é comum presenciarmos descrições detalhadas, apelo emotivo, acusações, humor satírico, ironia e fontes de informações precisas. Como dito anteriormente, a linguagem é objetiva e aparecem repletas de sinais de exclamação e interrogação, os quais incitam à posição de reflexão favorável ao enfoque do autor. Outros aspectos persuasivos são as orações no imperativo (seja, compre, ajude, favoreça, exija, etc.) e a utilização de conjunções que agem como elementos articuladores (e, mas, contudo, porém, entretanto, uma vez que, de forma que, etc.) e dão maior clareza às idéias. Geralmente, é escrito em primeira pessoa, já que trata-se de um texto com marcas pessoais e, portanto, com indícios claros de subjetividade, porém, pode surgir em terceira pessoa.
Fonte: //www.mundoeducacao.com.br/redacao/artigo-opiniao.htm


Tenho visto e presenciado uma geração tomara por prévias de utensílios de fácil utilidade. Uma geração que gosto de denominar de: "geração preguiça".

Vejo os jovens e seus mega aparelhos de última geração, ultra modernos,andando para cima e para baixo com seus note e netbooks e iphones.Fomos invadidos por aparelhos modernos que sim, podem adiantar nossas vidas, mas num geral não tem  o feito. Estamos vivendo em um mundo que mais importa o que "twitamos" ou "orkutamos" ou o nosso status via messenger do que a nossa vida. A geração atual tem trocado uma vida real por uma vida de "plástico".
Mais vale quantos followers e amigos no orkut e facebook você tem,entretanto nós temos deixado de lado o que realmente importa. A verdadeira essência da amizade, não que você não possa ser amigo de alguém que more longe, é claro que pode; mas quantas vezes nessa semana você disse "bom dia" à seu vizinho? Ou na fila do pão ou banco? Mais vale para a grande maioria contar os fatos pela internet que viver a vida com quem  está ao seu lado.

Viver dessa forma tem deformado o caráter de muitas pessoas, e hoje já é difícil de se encontrar sorrisos pelas ruas de nossas cidades. A ausênia de diálogo infelizmente é uma problématica viva e já consolidada na sociedade contemporânea e com isso, transformando-nos em rebôs-escraos de uma sociedade capitalista e estremamente consumidora.Em contra partida podemos citar um exemplo recente e muito eficaz, que sucedeu-se na cidade de São Paulo. Onze emissoras radialistas uniram-se  em uma determinada hora da manhã com o intuito de levar um pouco mais de alegria e sorriso para os moradores daquela região. Com a campanha "sorria para quem está do seu lado". A mesma obteve resultados positvos , aliviando assim o provável dia caótico e estressante dos paulistas.(Segue abaixo o link desta curiosa campanha)

O dia em que um sorriso parou São Paulo

CARACTERIZAÇÃO DE LUGAR

Lugar de certezas e frustrações, de sonhos e realidade.
Onde encontro-me com o meu "eu" todos os dias. É um lugar de descanço e desejo; este sente,cansa,pensa e vive. Demonstro através dele o que é minha vida, o que são meus sentimentos o que sou eu.É responsável também por comandar todos os processos fisiológicos do corpo humano, e com a ajuda dos neurônios, ele transporta, e emite informações através de pequenas descargas elétricas.É um lugar vital para a vida de qualquer ser vivo. Este lugar é o cérebro.




Fábula

Fábula é uma pequena narrativa em que se aproveita a ficção alegórica para sugerir uma verdade ou reflexão de ordem moral, com intervenção de pessoa, animais e até entidades inanimadas. (Modeiro Dicionário de Língua portuguessa-Michaelis)

Características das Fábulas:

A fábula trata de certas atitudes humanas, como a disputa entre fortes e fracos, a esperteza, a ganância, a gratidão, o ser bondoso, o não ser tolo.

Muitas vezes, no finalzinho das fábulas aparece uma frase destacada chamada de MORAL DA HISTÓRIA, com provérbio ou não; outras vezes essa moral está implícita.

Não há necessidade de descrever com muitos detalhes os personagens, pois o que representam nas fábulas (qualidades, defeitos) já é bastante conhecido.

Tempo indeterminado na história.

É breve, pois a história é só um exemplo para o ensinamento ou o conselho que o autor quer transmitir.

Conflito entre querer / poder.

O título não deve antecipar o assunto, pois não sobraria quase nada para contar.

A resolução do problema deve combinar com a sua intenção ao contar a fábula e com a moral da história.
CRÉDITOS: http://conexaoeducandoeaprendendo.blogspot.com/

                                                         Uma gansa especial

Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua gansa tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:

- Veja! Estamos ricos!

Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.

          Na manhã seguinte, a gansa tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço.
E assim aconteceu durante muitos dias.

 Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria.
E pensou:
"Se esta gansa põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"
Matou a gansa e, por dentro, a gansa era igual a qualquer outra.



Moral da história: Quem tudo quer tudo perde.
Créditos: http://www.contandohistoria.com/fabulas.htm




Charge


O termo charge é um galicismo, isto é, um empréstimo lingüístico de outra língua. Nesse caso, da língua francesa. O seu significado carga representa um ataque onde a realidade é reapresentada com o auxílio de imagens e palavras, ou em alguns casos com somente imagens.
Charge é uma ilustração cômica que satiriza de forma crítica os acontecimentos sociais e políticos. Embora seja importante numa charge o seu conteúdo humorístico, ela é feita ainda à mão para preservar seu valor artístico, podendo ser montada ou retocada por computador.
O gênero charge articula harmoniosamente as duas linguagens – a verbal e a não-verbal. Ela demonstra que o sentido dele é construído na oscilação entre o já-dito e o não-dito. Propõe-se usar esse sentido na sala de aula, como opção viável para o ensino da leitura e da escrita da língua portuguesa.
A interpretação da charge por um leitor requer dele o conhecimento de aspectos lingüísticos e não-lingüísticos. Desse modo, a interpretação passa também pelos modelos prévios de mundo que o leitor conhece. O leitor deve ver a charge com o portador de uma intenção comunicativa e entenda a escolha do autor como marcas dessa intenção.

CRÉDITOS: http://pedagogialecy.blogspot.com/

Maluf após a morte



Resenha

Resenha é uma produção textual, por meio da qual o autor faz uma breve apreciação, e uma descrição a respeito de acontecimentos culturais (como uma feira de livros, por exemplo) ou de obras (cinematográficas, musicais, teatrais ou literárias), com o objetivo de apresentar o objeto (acontecimento ou obras), de forma sintetizada, apontando, guiando e convidando o leitor (ou espectador) a conhecer tal objeto na integra, ou não (resenha crítica).
Uma resenha deve conter uma análise e um julgamento (de verdade ou de valor).
Uma resenha pode ser:

* Descritiva – É o caso dos resumos de livros técnicos, também chamada de resenha técnica ou cientifica. A apreciação, ou o julgamento em uma resenha descritiva julga as idéias do autor, a consistência e a pertinência de suas colocações, ao longo da descrição da obra, ou seja, trata-se de um julgamento de verdade.
* Crítica ou opinativa – Nesse tipo de resenha o conteúdo apresentado é um pouco mais detalhado do que na resenha descritiva, pois os critérios de julgamento são de valor, de beleza da forma, estilo do objeto (acontecimento ou obra). A exploração um pouco maior dos detalhes ocorre devido à necessidade de que o autor da resenha fundamente suas críticas, sejam elas positivas ou negativas, utilizando outros autores que trabalharam o mesmo tema.

Antes da produção da resenha de um livro – por exemplo – devem ser seguidos os seguintes passos:
- Leitura e reflexão sobre o texto do qual será feito a resenha, sendo que muitas vezes são necessárias leituras complementares para um melhor entendimento do tema.
- Resumo da obra, no qual deverão ficar clara as idéias principais do autor. Este resumo será a base para a resenha, mas não ela.
- Selecionar dentre as idéias principais, uma que será destacada, e até aprofundada (no caso das resenhas críticas).
- Emitir um julgamento de verdade (resenha descritiva) ou de valor (resenha crítica), sendo necessária a fundamentação no caso da resenha crítica.
- Elaborar a resenha a partir dos passos anteriores, sendo que a organização do texto fica a critério do autor. A resenha deve conter, ainda, uma brevíssima identificação do autor da obra (vida e outras obras). Ao fim da resenha, o autor da mesma deve se identificar.
Alguns autores indicam ainda outro tipo de resenha, chamada pelos mesmos de resenhas temáticas. Nesse caso, são apresentados vários textos e autores que falam sobre o mesmo tema, fazendo as devidas referências

Créditos:http://conexaoeducandoeaprendendo.blogspot.com/

Resenha do livro "Édipo Rei"

Um clássico da literatura ocidental, esta peça de Sófocles é considerada uma das mais perfeitas tragédias da Grécia Antiga. Abaixo apresento um pequeno resumo da peça Édipo rei a vocês.
Édipo é filho de Laios, rei de Tebas que foi amaldiçoado de forma que seu primeiro filho tornar-se-ia seu assassino e desposaria a própria mãe. Tentando escapar da ira dos deuses, Laios manda matar Édipo logo de seu nascimento. No entanto, a vontade do destino foi mais forte e Édipo sobreviveu, salvo por um pastor que entregou-o a Políbio, rei de Corinto.
Já adulto, Édipo descobre sobre a maldição que lhe foi atribuída e para que ela não fosse cumprida, foge de Corinto para Tebas, sem saber que lá sim é que seus pais verdadeiros o esperavam.
No meio da viagem, encontra um bando de mercadores e seu amo, sem saber que seu destino estava já se concretizando, mata a todos
Assim que chega a Tebas, Édipo livra a cidade da horrenda esfingie e de seus enigmas, recebendo a recompensa: é eleito rei e premiado com a mão da recém-viúva rainha Jocasta.
Anos se passam e Édipo reina como um verdadeiro soberano e tem vários filhos com Jocasta, mas a cidade passa por momentos difíceis e a população pede ajuda ao rei. Após uma consulta ao oráculo de Delfos, que responde pelo deus Apolo, os tebanos são alertados sobre alguém que provoca a ira dos deuses: o assassino de Laios, que ainda vive na cidade.
Édipo então decide livrar seu reino desse mal e descobrir quem é o assassino, desferindo uma tremenda maldição:
Proíbo que qualquer filho da terra onde me assistem o comando e o trono dê guarida ou conversa ao assassino, seja ele quem for; que o aceite nos cultos e no lar, que divida com ele a água lustral! Eu ordeno, ao contrário, que o enxotem de suas casas, todos, por ser aquilo que nos torna impuros, conforme acaba de nos revelar, por seu oráculo, a fala do deus! (…) E ainda mais: rogo aos céus, solenemente, que o assassino, seja ele quem for, sozinho em sua culpa ou tenha cúmplices, tenha uma vida almadiçoada e má, pela sua maldade, até o fim de seus dias. Quanto a mim, se estiver o criminoso em minha casa, privando comigo, eu espero que sofra as mesmas penas que dei para os demais.
Ele só não esperava que essa maldição iria sobrecair sobre ele próprio, assim que no mesmo dia descobrisse a verdade, através do pastor que o encontrara ainda quando bebê, pendurado em um bosque pelos tornozelos.
Jocasta suicída-se assim que descobre, e Édipo se cega, perfurando os próprios olhos e exilando-se.
Uma peça realmente fantástica, vale a pena ler.


Fonte: http://www.lendo.org/edipo-rei/

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Receita

Características de uma receita
A receita é um gênero textual que apresenta duas partes – ingredientes e modo de fazer ou de preparo, que podem ou não vir indicadas por títulos. A primeira parte apenas relaciona os ingredientes, estipulando as quantidades necessárias, indicadas em gramas, xícaras, colheres, pitadas, etc. A segunda parte dita os modos de como devemos proceder para fazer a receita passo a passo. Por isso o gênero textual receita é um texto instrucional, ele regula com precisão o comportamento humano para realização de algum objetivo.
• A receita contém título;
• Apresenta uma estrutura constituída de: título, ingredientes e modo de preparo ou de fazer;
• No modo de fazer, os verbos geralmente são empregados no imperativo;
• Pode conter indicação de calorias por porção, rendimento, dicas de preparo ou de como decorar e servir, etc.;
• A linguagem é direta, clara e objetiva;
• Uso de formas de ordenação e esquematização: numeração dos passos a serem seguidos, roteiros, etc. 

FONDUE DE CHOCOLATE:


Ingredientes:

Fondue:
- 1 barra de 200 g de chocolate ao leite
- 1 barra de 200 g de chocolate meio amargo
- 1 lata de creme de leite sem soro
- 1 cálice de conhaque
- 1 calice de licor de amarula

Acompanhamentos:
- 1 caixa de morangos lavados
- 2 bananas picadas
- 2 kiwis picados
- 1 mixirica (ponkan) - já em gomos
- 1 pacote de waffer chocolate picado

Modo de Preparo:
Pique o chocolate numa panela ou direto na panela do fondue. Derreta-o em banho-mariaver vídeo até que fique liso. Acrescente o creme de leite e mexa até dissolve-lo no chocolate. Coloque o licor de amarula e mexa até penetrar na massa. Acenda o fogo da fondizeira (já no local onde será consumido) e leve a mistura para aquecer. Acrescente o conhaque e mexa. Ao aquecer,  sirva com os acompanhamentos. 

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Gênero Textual - Carta

Características de uma carta
A carta é utilizada para estabelecer comunicação, para transmitir uma mensagem de uma pessoa a outra, é um gênero textual que envolve um remetente e um destinatário. É escrita em primeira pessoa e visa um tipo de leitor.
Ao escrever uma carta deve-se utilizar a linguagem adequada ao tipo de destinatário, não perdendo a visão de para quem o texto está sendo escrito, podendo ser formal ou informal.
Geralmente é dividido em:
• Local e data
• Destinatário
• Saudação
• Interlocução com o destinatário
• Despedida.
Existem vários tipos de carta: pessoal, comercial, argumentativa, solicitação, informação, reclamação, do leitor.
A carta pessoal é usada quando queremos nos comunicar com alguém próximo, parente, amigos, conhecidos.A linguagem vai depender do grau de intimidade com o destinatário.


Texto produzido por Alessandra Nascimento, Jessica Delazari e Thayná Moreira.

Rio de Janeiro, 12 de Outubro de 2010

Querida Susana,

Sei que não esperava por esta carta, mas peço por favor que leia até o fim, pois é muito importante para mim.
Não sei se você lembra de mim, mas há exatamente seis meses nós dois estávamos em um Congresso de Culinária e eu era um dos rapazes que trabalharam naquele dia. Lembro o exato momento em que você chegou com mais três jovens. Eu fui um dos rapazes que os recepcionei.
No primeiro momento nem a olhei direito, pois estava muito envolvido no trabalho, na organização do evento. Mas como o evento durou 3 dias, não pude deixar de percebê-la.
No primeiro dia tentei me convencer de que era apenas mais uma moça dentre tantas que passaram por tal evento, mas as horas foram passando e incrível como não conseguia tirar os olhos de você, parecia que o evento se resumia a você.
Olhava para o seu jeito de falar, de agir e me encantava a cada momento, mas mesmo assim falava para mim mesmo que eu estava me enganando e que não era possível me apaixonar por uma pessoa que não conhecia.
Continuei lutando contra esses pensamentos e sentimentos,mas ao passar dos dias, o meu coração apertava e batia cada vez mais forte quando via você. Um sentimento tão forte que não conseguia entender, nem explicar. Meus amigos percebiam e diziam o quanto eu estava estranho e principalmente quando você passava por mim.
Passaram os três dias e chegou a hora da despedida do evento e de você, para sempre. Não tive coragem nem de me aproximar, muito menos de me declarar, pois não tinha certeza de meus sentimentos, ainda tentava me convencer que era loucura: Como me apaixonar por alguém que só vi durante três dias e que só sabia o nome, pois havia prestado atenção em seu crachá.
O Congresso terminou, e me convenci de que não a veria nunca mais e que tudo o que estava sentindo passaria, uma vez que jamais veria seu rosto novamente.
A cada dia que passava minha angustia aumentava, meu coração batia mais forte quando lembrava de você. Sua imagem não me saía da cabeça, eu não entendia o porquê.
Seis meses se passaram eu continuei nessa angustia e aflição toda vez que lembrava do seu rosto. Queria esquecer, mas não conseguia. Porém estava convencido de que não a veria mais.
Um dia estava em casa quando tocou a campainha: eram meus amigos de infância: João e Iara que não via há um ano mais ou menos. Fiquei muito feliz com a visita deles, passamos os tarde juntos e eles passaram o fim de semana em minha casa.
Iara quis me mostrar várias fotos de suas viagens, seus novos amigos. No meio de tantas fotos vi o rosto daquela menina do evento que pensei jamais ver de novo. Ela pegou a foto e disse ser uma grande amiga, menina inteligente, responsável, meiga, carinhosa... . A cada palavra dita, meus olhos se encheram d’água e meu coração quase saiu do peito. Expliquei minha história para os meus amigos e eles disseram que era engraçado, pois sua amiga não parava de falar em um rapaz de um evento que havia chamado muito a sua atenção e que não conseguia tirar da cabeça por mais que tentasse.
Nesse momento não me agüentei e comecei a chorar. Percebi naquele momento que não adiantava negar, que estava completamente apaixonado desde a 1ª vez que a vi, que desde aquele dia estava gravada no meu pensamento e coração. Durante três dias vi seu jeito de falar, de agir, de sorrir e me apaixonei por você. Quis me enganar, mas não consegui, quis lutar, mas não tive forças, pois o sentimento era muito mais forte do que qualquer tentativa de sufocá-lo.
Susana, hoje tenho a certeza de que esses meses que sofri valeram muito a pena, pois se tivesse me envolvido com outra pessoa talvez estivesse infeliz e não tivesse a chance que estou tendo agora. Agora sei que eu estou completamente apaixonado por você, não tenho mais dúvida, nem quero mais lutar contra isso. Só tenho uma certeza: não quero passar mais um minuto da minha vida longe de você!
Essa carta está sendo entregue em mãos pela Iara e pelo João. Sei que uma declaração via carta pode não ser tão romântico quanto pessoalmente, mas essa foi a forma que encontrei de de expressar o meu amor e me declarar.
Até logo, Guilherme

Obs: Por favor quando terminar de ler, vire-se para trás!







Gênero textual e Tipo textual



São textos de diferentes tipos (gêneros) com a função de organizar a linguagem,ou seja, gêneros textuais são todos os tipos de texto que direta ou indiretamente estabelece uma comunicação entre duas ou mais pessoas. A Tipologia textual já é diferente, pois é a maneira de como esses textos vão se apresentar (narração, descrição, dissertação, diálogo, injunção, entrevista).A partir deles, é possível constituir as modalidades discursivas.
Possui uma importante função social, estruturando e organizando a linguagem de acordo com o contexto social. São textos que circulam no mundo, que têm uma função específica, para um público específico e com características próprias. Ou seja, uma apresentação de texto pode mudar de acordo com os diversos contextos sociais, público e etc.
É determinado por sua função, forma, suporte ou ambiente em que os textos aparecem. E sua função é ordenar e estabilizar as atividades comunicativas do dia-a-dia.
    Nota-se que na escola, a diferença entre tipos e gêneros textuais ainda não está clara para nem para os alunos nem para os professores. Para definir esse aspecto teórico e terminológico, Marcuschi (2002:22) apresenta uma breve definição das duas noções:

Tipos Textuais:
1. constructos teóricos definidos por propriedades lingüísticas intrínsecas;
2. constituem seqüências lingüísticas ou seqüências de enunciados no interior dos gêneros e não são textos empíricos;
3. sua nomeação abrange um conjunto limitado de categorias teóricas determinadas por aspectos lexicais, sintáticos, relações lógicas, tempo verbal;
4. designações teóricas dos tipos: narração, argumentação, descrição, injunção e exposição;

Gêneros Textuais:
1. realizações lingüísticas concretas definidas por propriedades sócio-comunicativas;
2. constituem textos empiricamente realizados cumprindo funções em situações comunicativas;
3. sua nomeação abrange um conjunto aberto e praticamente ilimitado de designações concretas determinadas pelo canal, estilo, conteúdo, composição e função;
4. exemplos de gêneros: telefonema, sermão, carta comercial, carta pessoal, aula expositiva, romance, reunião de condomínio, lista de compras, conversa espontânea, cardápio, receita culinária, inquérito policial etc.

Geralmente, a expressão “tipo de texto” é usada erroneamente.